A recente taxação imposta pelos Estados Unidos demanda do Brasil não respostas impetuosas, mas prudência estratégica. Retaliações açodadas poderiam comprometer insumos vitais e agravar desequilíbrios já latentes em nosso mercado. Cabe ao Executivo Federal adotar sobriedade, buscar visão de longo prazo e privilegiar a racionalidade econômica em detrimento de gestos precipitados.




